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domingo, 13 de setembro de 2015

10 coisas que sua mãe nunca te contou



1. Você a fez chorar… muito.
Ela chorou quando descobriu que estava grávida. Ela chorou quando te deu à luz. Ela chorou quando te segurou pela primeira vez. Ela chorou de felicidade. Ela chorou de medo. Ela chorou de preocupação. Ela chorou porque se preocupa profundamente com você. Ela sentiu suas dores e suas alegrias e ela as compartilhou com você, mesmo que você não tenha percebido.
2. Ela queria aquele último pedaço de bolo.
Mas, quando te viu com aqueles olhões, lambendo a boca, não tinha como comê-lo. Ela sabia que ficaria muito mais feliz vendo a sua barriguinha cheia, em vez da dela.
3. Doeu.
Doeu quando você puxou o cabelo dela; doeu quando você a agarrou com aquelas unhas afiadas, impossíveis de cortar; doeu quando você mordeu o peito dela enquanto mamava. Você machucou as costelas dela quando chutava ainda dentro da barriga; esticou a barriga dela por nove meses; fez o corpo dela se contrair de dor quando veio ao mundo.
4. Ela sempre teve medo.
Do momento em que você foi concebido, ela fez tudo para te proteger. Ela virou sua mamãe-urso. Ela é aquela mulher que queria dizer não quando a menininha da rua pedia para te segurar e que fez careta quando você estava nos braços dela. Na cabeça dela, ninguém seria capaz de te dar tanta segurança. O coração dela bateu mais rápido quando você deu seus primeiros passos. Ela ficou acordada até mais tarde para ter certeza de que você tinha chegado em casa são e salvo, e acordou cedo para te levar para a escola. Ela estava por perto a cada topada ou tropeção; estava pronta pra te abraçar quando você acordava com pesadelos ou febre. Ela estava lá pra garantir que você estaria OK.
5. Ela sabe que não é perfeita.
Ela é a maior crítica dela mesma. Sabe de todas as deficiências que tem e às vezes se odeia por causa delas. Mas é ainda mais dura consigo mesma quando se trata de você. Ela queria ser a mãe perfeita – mas, como é humana, cometeu erros. Ela provavelmente ainda está tentando se perdoar. Mais que tudo, ela gostaria de voltar no tempo e fazer as coisas de outro jeito, mas isso é impossível, então seja gentil e saiba que ela fez todo o possível.
6. Ela te observou dormindo.
Às vezes ela ficava acordada até as 3h, rezando para você finalmente pegar no sono. Ela mal conseguia ficar de olhos abertos enquanto cantava para você, implorando: “Por favor, por favor pegue no sono”. E aí, quando você finalmente dormia, ela te colocava no berço e todo o cansaço desaparecia por um segundo. Ela ficava ali, olhando sua cara angelical e perfeita, sentindo mais amor do que achasse ser possível, apesar dos braços cansados e dos olhos doloridos.
7. Ela te carregou por muito mais que nove meses.
Você precisava. Então ela te carregou. Ela aprendeu a te segurar enquanto fazia limpeza, enquanto comia, até mesmo enquanto dormia: não tinha outra alternativa. Os braços estavam cansados, as costas doíam, mas ela te segurava pra ter você bem perto. Ela te agarrou, te amou. Você se sentia seguro nos braços dela; sabia que era amado nos braços dela. Por isso ela te segurou o quanto fosse necessário.
8. Seu choro cortava o coração dela.
Não havia som mais triste que seu choro, imagem mais horrível que lágrimas escorrendo do seu rosto perfeito. Ela fez tudo o que era possível para que você não chorasse e, quando não podia impedir suas lágrimas, o coração dela se partia em um milhão de pedacinhos.
9. Ela te colocou em primeiro lugar.
Ela ficou sem comer, sem tomar banho e sem dormir. Ela sempre colocou suas necessidades na frente das dela. Ela passava o dia inteiro cuidando de você e, no fim do dia, não sobrava energia para ela mesma. Mas, no dia seguinte, ela acordava e fazia tudo de novo.
10. Ela faria tudo de novo.
Ser mãe é um dos trabalhos mais difíceis do mundo, um trabalho que às vezes te leva ao limite. Você chora, você sofre, você tenta, você erra, você trabalha e você aprende. Mas você também sente mais alegria do que achava ser possível e mais amor do que seu coração comporta. Apesar de tudo o que sua mãe passou por sua causa, ela faria tudo de novo, porque você vale a pena. Então, da próxima vez que a vir, diga obrigado. Diga que a ama. Nunca vai ser demais.
Texto de Natasha Craig.

domingo, 8 de junho de 2014

Qual a dor que se repete em sua vida?

Já reparou que algumas pessoas parecem estar destinadas a viver repetidamente a mesma situação que lhes causa profunda angústia e dor? Quando o assunto é amor, essa repetição é mais comum do que supomos. Até porque, algumas pessoas passam por isso justamente porque não se dão conta de que se trata de uma reprise da mesma dinâmica.

Por exemplo, pessoas que sempre são traídas. Começam e terminam relações, e a traição está lá, dando o ar de sua desgraça. Outras sempre são abandonadas. A relação começa muito bem, mas o tempo vai passando e, de repente, aparentemente sem razão que justifique, o outro vai embora. Não quer mais.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!

Entender a emoção não é tarefa fácil, mas vamos tentar.
Como sabemos que estamos emocionados? Invariavelmente pelas sensações e movimentos que nosso corpo produz: dor de barriga, um “frio no estômago”, chorar, rir sem parar, taquicardia, tremer, desmaiar, perder a voz, ficar “branco que nem cera” ou “vermelho de raiva...”.

No estudo etimológico da palavra descobrimos que emoção se origina de duas outras palavras do latim – ex movere – que significam em movimento. Faz sentido? Se nosso corpo se movimenta quando nos emocionamos, então faz sentido!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Significado mesmo? Tem, mas acabou.

Entender que o chão que se pisa é o mesmo que, durante séculos foi nada além de chão. Terra de bater. Entender que significado é algo humano, algo tão humano que chega a ser infantil. Descobrir que a resposta está no silêncio.
Como aquela musica que hippies com mais de sessenta anos gostam de cantar ‘as palavras dos profetas estão escritas nas paredes do metrô e nos corredores dos conjuntos habitacionais, elas sussurram no som do silêncio…

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

É fato: se você não se enxerga, também não se mostra!

Esse papo de que a gente precisa primeiro se amar para somente depois se tornar aprazível ao amor do outro é, na teoria, bem simples de entender. Mais ou menos como quando a gente viaja de avião e, antes mesmo de decolar, os comissários se apressam em avisar: Em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão automaticamente à sua frente. Coloque primeiro a sua e somente depois auxilie quem estiver ao seu lado. Ou seja, se você não se der conta de que precisa cuidar, antes de tudo, de si mesmo, não estará apto a cuidar do outro e nem despertará nele o desejo de cuidar de você. Em outras palavras, caímos no famoso dito popular: se você não se amar, ninguém mais vai amar.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Natal - Que Data é Esta? (Repost)



Você já parou para pensar no que realmente nós temos de ligação com o Natal?

Já conseguiu esquecer um pouco o tradicionalismo da data e se pôr um pouco a pensar em que, de fato, a data representa?

 Já sei: você vai responder que é o nascimento de Jesus, nova vida, renovação, recomeços e tudo o mais que aprendemos e ensinamos, todos os anos.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Amamentação

Neste post não deixarei minha experiência em amamentar, infelizmente não amamentei nenhum dos meus 2 filhos, meu útero não volta para o lugar sem medicação, essa medicação comprometia o aleitamento materno.
Os dois amamentaram em mães de leite, deixo aqui o que pesquisei na internet sobre AMAMENTAÇÃO.


O leite materno é completo. Isso significa que até os 6 meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos. Você pode continuar amamentando até 2 anos ou mais. O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças. Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. Isso sem falar que a ama­mentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.

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